Scarlet Johansson, a diva

Scarlet Johansson
Esta mocinha, nascida em 1984, é já uma diva do cinema (para mim é).
Além dos seus inegáveis atributos físicos, tem cabecinha. Digo isto, porque recentemente recusou uma proposta para encarnar o papel da austríaca Natascha Kampush, sabem? aquela que esteve fechada alguns anos numa salita piquena. Dramas à parte, importa referir este futuro filme está a ser disputado por 30 estúdios, o que não deixa de ser lamentável, quando comparado com o tal drama do 11 de Setembro, em que só agora é que aparecem uns ditos filmes imaculados, cuja exibição, supostamente, pretende ser uma homenagem a todas as vítimas desse fatídico dia. Seja como for, e no caso da austríaca, todos pretendem ganhar com um drama real, que, rapidamente, deveria cair no esquecimento para permitir um futuro digno a quem sofreu tanto.
Assim, parabéns pela tua decisão Scarlet.
Esta mocita, via a primeira vez no filme "O Encantador de Cavalos". Logo aí, achei que tinha um grande futuro. Posteriormente, fiquei mesmo a gostar dela quando a ví no "O Amor é um lugar estranho (Lost in tranlation)". Este último, é um filme espctacular da Sofia Copola, que recomendo vivamente a quem ainda não o viu.
Nota: vou parar com os posts durante algum tempo, pois isto é bastante viciante. Não quero vir a estar numa sala e a dizer: "Olá, sou o Mr. Anderson e faz dois meses que não ponho um post", e os outros a dizerem em coro: "Olá Mr. Anderson!"

6 Comentário(s):
NÃO!!!!!
NÃO PARES POR FAVOR...
Quanto ao filme que sugeres... Bem... O meu serão de sexta foi dedicado a essa obra prima da sétima arte! Durante todo o filme esperei que acontecesse qualquer coisa... E, continuo à espera.
E tinha que acontecer?
cito a seguinte crítica publicada pelo Sr. Eurico de Barros, no Diário de Notícias a 22 de Janeiro de 2004:
"...Personagens e actores combinam como o pão e a manteiga, e o final de «Lost in Translation» não trai o que se passou até aí entre ambos, nem cancela o imenso prazer que o filme deu ao espectador. E depois, o efémero também pode deixar marcas para sempre."
e apresento outra citação, de um incógnito: ...O murmúrio de Bob, ao ouvido de Charlotte, depois do qual termina o filme, não é mais do que um simples gesto de afecto, revelador da vontade expressa de divinizar o momento.
No entanto, tal como a memória, que não repetindo certos instantes, nos leva a revisitá-los, também o murmúrio de Bob, apesar de secreto, consegue transportar consigo um ilimitado prazer cinematográfico.
“Lost in Translation” é um filme surpreendente, sem a mínima pretensão de o ser. Um filme que nos obriga a sentir.
Já o ví 4 vezes.
Também não consegui perceber o entusiasmo pelo filme Lost in Translation... tenho que o voltar a ver... gosto de dar o benefício da dúvida! e até podia estar num dia em baixo de forma!
Eu também não gostei lá muito do filme. Agora da foto da artista neste post é outra coisa.
Bem... existe por aí alguma alminha que tenha "adorado" (não basta gostar) o filme "Lost in Translation"???
Alguém?? ninguém?
....
oh inclemência...sinto-me perdido nesta minha cruzada pela Sofia Copola. Oh sina, oh fado...
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