Portugal Vs. Os Putos da Solum
Portugal joga esta noite o apuramento para o Europeu de 2008 com a equipa de iniciados “os Putos da Solum”. Scolari, em exclusivo para o "Tretas.Conversas", defende que “Os Putos da Solum” entram em campo como favoritos. “Nos últimos jogos esta é uma equipa que tem marcado em média 3 golos por jogo em embates difíceis como contra “Os Pintos dos Olivais” ou contra a equipa feminina as “Lolitas de Celas”. Por isso Scolari diz “um ponto tá legal”. Pelo menos nas alturas Portugal entra a ganhar…

4 Comentário(s):
Oh V andrade! eu devo estar mesmo estúpido, aliás, bruto, aliás, Dahhhh.
Não percebi nada deste post.
O que se passa?
Passo a explicar... Nos últimos jogos Portugal tem jogado contra equipas como o Azerbeijão ou a Polónia que se situam infinitamente abaixo de Portugal nos rankings da FIFA. Apesar disso Scolari insiste em fazer o discurso dos pobrezinhos, referindo consecutivas vezes que estas são equipas difíceis e que para nós empatar já seria muito bom. Um dia destes jogamos contra os infantis e o discurso continua a ser o mesmo.
Oh Mr. Anderson! Temos que contextualizar que aqui o nosso Vandrade é um verdadeiro futebolista! Eu nem sei como os comentários acerca de futebol ficam só por aqui!!! ;-)
Mas depois de explicado, apoio a opinião... a característica do "Vai-se andando" português deve estar a contagiar o pézinho sambista do Scolari :-(
Pronto! agora tenho mesmo a certeza! sou mesmo bruto. Dahhhh
Se não fosse a explicação...
Mas agora que percebi, aqui vai o meu comentário:
Nós não estamos é habituados a ouvir este tipo de discurso. Ou seja, ouvir que em dois jogos, ganhar 4 pontos já seria bom, é para a maioria um verdadeiro escândalo.
Agora vejam: Mr. Scolari recebe os jogadores ainda a pensarem na Merche, ai, enganei-me, no Verão. Logo, o discurso dele no balneário deve ter sido: "E aí galera? tú vamo perder? nã dá né! tú vai jogar pró empate, e aí, eu vou e digo que ganhar 1 ponto já seria bom. També, eu já sou deus neste país maravilhoso e todos comem aquilo que eu digo. Legal, né?"
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